{"id":5951,"date":"2024-08-30T15:20:57","date_gmt":"2024-08-30T13:20:57","guid":{"rendered":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/?post_type=comunicacion&#038;p=5951"},"modified":"2024-10-07T10:22:54","modified_gmt":"2024-10-07T08:22:54","slug":"no-vao-da-memoria-identidade-decolonialidade-e-ensino-no-quilombo-remanescente-kalunga-go","status":"publish","type":"comunicacion","link":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/comunicacion\/no-vao-da-memoria-identidade-decolonialidade-e-ensino-no-quilombo-remanescente-kalunga-go\/","title":{"rendered":"NO V\u00c3O DA MEM\u00d3RIA: IDENTIDADE, DECOLONIALIDADE E ENSINO NO QUILOMBO REMANESCENTE KALUNGA\/GO"},"content":{"rendered":"<p>O passado sociohist\u00f3rico da forma\u00e7\u00e3o do Brasil foi contado pelo vi\u00e9s colonial, fruto das grandes navega\u00e7\u00f5es lusitanas que aportaram no pa\u00eds e utilizaram os povos africanos como m\u00e3o de obra em um dos maiores regimes escravocratas j\u00e1 existente. Nesse sentindo, esta apresenta\u00e7\u00e3o busca demonstrar o contributo do continente africano, no que concerne \u00e0 l\u00edngua, \u00e0 cultura e aos costumes, para a forma\u00e7\u00e3o do Portugu\u00eas do Brasil e da sociedade brasileira, buscando o devido reconhecimento identit\u00e1rio e valor deixados pelos povos origin\u00e1rios. A pesquisa traz como enfoque o Quilombo Remanescente Kalunga, localizado na Chapada dos Veadeiros, no Estado de Goi\u00e1s, a fim de elencar n\u00e3o somente os tra\u00e7os semicrioulizantes encontrados na Variedade Kalunga, mas tamb\u00e9m as percep\u00e7\u00f5es sentidas na comunica\u00e7\u00e3o com os falantes e como tem sido realizado o trabalho de autoestima lingu\u00edstica e social nas institui\u00e7\u00f5es escolares presentes nas comunidades de V\u00e3o de Almas e V\u00e3o do Moleque. Assim, pretende-se mostrar como o Quilombo tem resistido frente \u00e0 perspectiva decolonial; o que tem se falado a respeito das variedades locais, da literatura e da influ\u00eancia africana em seus viveres; e como eles t\u00eam reagido e se percebido enquanto afrodescendentes e falantes de uma variedade que n\u00e3o \u00e9 a preconizada pela gram\u00e1tica normativa da L\u00edngua Portuguesa. Faz-se necess\u00e1rio o fortalecimento da autopercep\u00e7\u00e3o dos kalungas como contribuintes da hist\u00f3ria do pa\u00eds e da forma\u00e7\u00e3o da identidade brasileira \u2013 marcada pela resist\u00eancia negra e sua cultura, sociedade, l\u00ednguas e costumes.<\/p>\n<p>Palavras-chave: \u00c1frica, Sociolingu\u00edstica, Crioul\u00edstica, Contato Lingu\u00edstico, Semicriouliza\u00e7\u00e3o, Identidade, Percep\u00e7\u00e3o e Decolonialidade.<\/p>\n","protected":false},"author":1082,"featured_media":0,"template":"","meta":{"_acf_changed":false,"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"ciea":[87],"class_list":["post-5951","comunicacion","type-comunicacion","status-publish","hentry","ciea-ciea12"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comunicacion\/5951","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comunicacion"}],"about":[{"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/comunicacion"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1082"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comunicacion\/5951\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5952,"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comunicacion\/5951\/revisions\/5952"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5951"}],"wp:term":[{"taxonomy":"ciea","embeddable":true,"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/ciea?post=5951"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}