{"id":6640,"date":"2024-09-30T12:13:32","date_gmt":"2024-09-30T10:13:32","guid":{"rendered":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/?post_type=comunicacion&#038;p=6640"},"modified":"2024-10-06T13:13:49","modified_gmt":"2024-10-06T11:13:49","slug":"uma-mulher-escritora-uma-menina-rabiscadora-a-forca-da-palavra-escrita-na-obra-de-djaimilia-pereira-de-almeida","status":"publish","type":"comunicacion","link":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/comunicacion\/uma-mulher-escritora-uma-menina-rabiscadora-a-forca-da-palavra-escrita-na-obra-de-djaimilia-pereira-de-almeida\/","title":{"rendered":"Uma mulher-escritora, uma menina-rabiscadora: a for\u00e7a da palavra escrita na obra de Djaimilia Pereira de Almeida"},"content":{"rendered":"<p>No seu livro ensa\u00edstico &quot;O que \u00c9 Ser uma Escritora Negra Hoje, de Acordo Comigo&quot; (2022), a autora afro-portuguesa, Djaimilia Pereira de Almeida explora as quest\u00f5es de ra\u00e7a,  identidade e mem\u00f3ria, mas sobretudo tece uma reflex\u00e3o sobre o seu of\u00edcio de escrita. O of\u00edcio que, como diz a pr\u00f3pria autora, \u00e9 mais uma necessidade que vem do dentro do que mera profiss\u00e3o. No seu seguinte livro Toda a Ferida \u00c9 Uma Beleza (2023) (que venceu o Grande Pr\u00e9mio de Romance e Novela da Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa de Escritores), Almeida volta ao mesmo tema, da for\u00e7a da palavra escrita, mas desta vez o aborda dum modo diferente, criando uma obra de fic\u00e7\u00e3o, escrita numa linguagem extremamente po\u00e9tica. A nossa comunica\u00e7\u00e3o tem como o objetivo analisar o di\u00e1logo intertextual entre as duas obras da autora, entre a mulher-escritora dos ensaios e a menina-rabiscadora da novela. Ao longo da nossa an\u00e1lise, mostraremos como as ilustra\u00e7\u00f5es da Isabel Baraona aumentam a experi\u00eancia da leitura do livro &quot;Toda a Ferida \u00c9 Uma Beleza&quot;. Pensaremos tamb\u00e9m na presen\u00e7a da \u00e9cfrase nas obras da autora e sobre a import\u00e2ncia da intermedialidade para o projeto criativo de Almeida. Finalmente, olharemos aos dois livros analisados atrav\u00e9s do conceito da hipercontemporaneidade de Ana Paula Arnaut (2018, 2024).<\/p>\n","protected":false},"author":1096,"featured_media":0,"template":"","meta":{"_acf_changed":false,"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"ciea":[87],"class_list":["post-6640","comunicacion","type-comunicacion","status-publish","hentry","ciea-ciea12"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comunicacion\/6640","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comunicacion"}],"about":[{"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/comunicacion"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1096"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comunicacion\/6640\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6641,"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comunicacion\/6640\/revisions\/6641"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6640"}],"wp:term":[{"taxonomy":"ciea","embeddable":true,"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/ciea?post=6640"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}