{"id":6860,"date":"2024-10-02T02:41:47","date_gmt":"2024-10-02T00:41:47","guid":{"rendered":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/?post_type=comunicacion&#038;p=6860"},"modified":"2024-10-07T11:41:58","modified_gmt":"2024-10-07T09:41:58","slug":"mulheres-negra-e-trabalho-no-seculo-xix","status":"publish","type":"comunicacion","link":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/comunicacion\/mulheres-negra-e-trabalho-no-seculo-xix\/","title":{"rendered":"Mulheres negra e trabalho no s\u00e9culo XIX"},"content":{"rendered":"<p>No contexto hist\u00f3rico patriarcal brasileiro as mulheres negras encontram-se em situa\u00e7\u00e3o de desigualdades racial e de g\u00eanero, fen\u00f4meno que podemos observar tamb\u00e9m no mercado de trabalho. No s\u00e9culo XIX, segundo dados de lista nominativas de 1855 as mulheres trabalhavam em diversas \u00e1reas: costureira; engomadeira; ganho; neg\u00f3cio; quitandeira; criadas e ama de leite, executavam v\u00e1rios trabalhos em torno dos lares de pessoas mais abastadas. Est\u00e1 problem\u00e1tica fez parte de uma pesquisa de mestrado realizada na universidade de Feira de Santana pelo programa de p\u00f3s gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria. A disserta\u00e7\u00e3o foi um estudo sobre a fam\u00edlia negra, tendo como foco os arranjos familiares chefiados por mulheres de cor e de todas as condi\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas (escrava, liberta e livre) e a comunica\u00e7\u00e3o tem como objetivo apresentar dados hist\u00f3ricos e demogr\u00e1ficos do trabalho das mulheres negras no s\u00e9culo XIX. Metodologicamente, a pesquisa se ampara na demografia hist\u00f3ria com o mapeamento e an\u00e1lise de dados das listas nominativas de 1855. Esses dados mostram as mulheres negras em atividades e ocupa\u00e7\u00f5es relacionadas ao trabalho dom\u00e9stico, nas \u00e1reas de cuidados e na informalidade.<\/p>\n<p>Palavras chaves: Mulheres negras; desigualdade; g\u00eanero, ra\u00e7a; trabalho<\/p>\n","protected":false},"author":1407,"featured_media":0,"template":"","meta":{"_acf_changed":false,"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"ciea":[87],"class_list":["post-6860","comunicacion","type-comunicacion","status-publish","hentry","ciea-ciea12"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comunicacion\/6860","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comunicacion"}],"about":[{"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/comunicacion"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1407"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comunicacion\/6860\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6861,"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comunicacion\/6860\/revisions\/6861"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6860"}],"wp:term":[{"taxonomy":"ciea","embeddable":true,"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/ciea?post=6860"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}