{"id":5947,"date":"2024-08-30T01:26:49","date_gmt":"2024-08-29T23:26:49","guid":{"rendered":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/?post_type=comunicacion&#038;p=5947"},"modified":"2024-10-07T14:19:03","modified_gmt":"2024-10-07T12:19:03","slug":"formas-de-resistencia-na-periferia-a-experiencia-do-coletivo-macacos-vive-no-rio-de-janeiro","status":"publish","type":"comunicacion","link":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/fr\/comunicacion\/formas-de-resistencia-na-periferia-a-experiencia-do-coletivo-macacos-vive-no-rio-de-janeiro\/","title":{"rendered":"Formas de resist\u00eancia na periferia: a experi\u00eancia do Coletivo Macacos Vive no Rio de Janeiro"},"content":{"rendered":"<p>O Coletivo Macacos Vive, formado por jovens do Morro dos Macacos, uma favela na zona norte do Rio de Janeiro, \u00e9 uma iniciativa que exemplifica a resist\u00eancia e a educa\u00e7\u00e3o popular no sul global. Desde sua funda\u00e7\u00e3o em 2020, o coletivo utiliza m\u00eddias alternativas para desafiar as narrativas dominantes, que frequentemente estigmatizam as favelas como espa\u00e7os de viol\u00eancia e criminalidade. Por meio de projetos sociais e culturais, o Macacos Vive ressignifica a imagem da comunidade, promovendo um espa\u00e7o de express\u00e3o e empoderamento que historicamente foi negado aos seus moradores.<\/p>\n<p>Nesta comunica\u00e7\u00e3o, ser\u00e3o discutidas as estrat\u00e9gias do coletivo para combater o racismo estrutural e a criminaliza\u00e7\u00e3o da pobreza, especialmente atrav\u00e9s da constru\u00e7\u00e3o de contranarrativas que afirmam a dignidade e a identidade coletiva dos moradores. A an\u00e1lise ser\u00e1 fundamentada em teorias sociol\u00f3gicas que abordam o papel da m\u00eddia alternativa como ferramenta de resist\u00eancia contra as estruturas de poder. A apresenta\u00e7\u00e3o busca refletir sobre como iniciativas como o Macacos Vive se inserem em um contexto mais amplo de pr\u00e1ticas educativas e libertadoras, essenciais na constru\u00e7\u00e3o de um mundo mais interconectado e justo.<\/p>\n","protected":false},"author":1018,"featured_media":0,"template":"","meta":{"_acf_changed":false,"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"ciea":[87],"class_list":["post-5947","comunicacion","type-comunicacion","status-publish","hentry","ciea-ciea12"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/comunicacion\/5947","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/comunicacion"}],"about":[{"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/types\/comunicacion"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1018"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/comunicacion\/5947\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5948,"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/comunicacion\/5947\/revisions\/5948"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5947"}],"wp:term":[{"taxonomy":"ciea","embeddable":true,"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/ciea?post=5947"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}