{"id":3410,"date":"2024-06-11T19:49:15","date_gmt":"2024-06-11T17:49:15","guid":{"rendered":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/panel\/genero-e-mobilidades-urbanas-experiencias-no-continente-africano\/"},"modified":"2024-08-09T18:23:09","modified_gmt":"2024-08-09T16:23:09","slug":"genero-e-mobilidades-urbanas-experiencias-no-continente-africano","status":"publish","type":"panel","link":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/pt-pt\/paineis\/genero-e-mobilidades-urbanas-experiencias-no-continente-africano\/","title":{"rendered":"57. G\u00e9nero e mobilidade urbana. Experi\u00eancias no continente africano"},"content":{"rendered":"<p>O painel proposto toma como ponto de partida a an\u00e1lise das mobilidades urbanas no Sul global e seu planejamento, especialmente seus impactos diferenciados devido \u00e0s quest\u00f5es de g\u00eanero que acabam discriminando e fortalecendo modelos muitas vezes planejados a partir de uma vis\u00e3o androc\u00eantrica e produtivista. O painel prop\u00f5e-se colocar no centro da an\u00e1lise as mobilidades das mulheres (com todas as suas diversidades) em v\u00e1rias cidades africanas, as experi\u00eancias, a discrimina\u00e7\u00e3o e as estrat\u00e9gias de resili\u00eancia e resist\u00eancia que implementam. Tendo como contexto as cidades africanas, este painel prop\u00f5e os seguintes eixos de discuss\u00e3o: &#8211; Mobilidades e deslocamentos di\u00e1rios em termos de g\u00e9nero: experi\u00eancias, usos, necessidades e discrimina\u00e7\u00e3o. &#8211; Experi\u00eancias e imagin\u00e1rios sobre deslocamentos urbanos. &#8211; Estrat\u00e9gias e formas de resili\u00eancia, resist\u00eancia e empoderamento &#8211; Estrat\u00e9gias e experi\u00eancias para o planeamento da mobilidade urbana numa perspetiva de g\u00e9nero e diversidade &#8211; Metodologias e experi\u00eancias de investiga\u00e7\u00e3o e investiga\u00e7\u00e3o aplicada com perspetiva de g\u00e9nero em cidades africanas<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As metr\u00f3poles, as cidades e os espa\u00e7os p\u00fablicos n\u00e3o s\u00e3o neutros, as pessoas vivem-nos, sentem-nos e apropriam-se deles de formas diferentes. Para compreender as cidades sob a perspetiva da complexidade, \u00e9 necess\u00e1rio incorporar a perspetiva de g\u00eanero e diversidades quando se trata de compreender o cotidiano, o cuidado (P\u00e9rez, 2014), as rela\u00e7\u00f5es de poder, a discrimina\u00e7\u00e3o e as formas de resist\u00eancia que surgem. A mobilidade urbana n\u00e3o est\u00e1 isenta destas din\u00e2micas. Tal como noutras \u00e1reas, a mobilidade quotidiana \u00e9 uma \u00e1rea particularmente relevante quando se trata de compreender como se materializam as rela\u00e7\u00f5es e formas de domina\u00e7\u00e3o que giram em torno do eixo do g\u00e9nero. As mobilidades quotidianas das mulheres (Jir\u00f3n, 2010) assumem formas espec\u00edficas e muitas vezes n\u00e3o s\u00e3o tidas em conta no planeamento urbano e na governa\u00e7\u00e3o, o que afeta o acesso das mulheres a determinados servi\u00e7os urbanos e, por conseguinte, o exerc\u00edcio de direitos como a educa\u00e7\u00e3o, a sa\u00fade, a participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e c\u00edvica ou o trabalho. Um elemento-chave em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 mobilidade \u00e9 a perce\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a (Soto, 2012) e a viol\u00eancia contra as mulheres nos espa\u00e7os p\u00fablicos e nos transportes. Apesar de tudo, as mulheres incorporam m\u00faltiplas estrat\u00e9gias de resist\u00eancia.<\/p>\n","protected":false},"author":589,"featured_media":0,"template":"","congreso":[92],"class_list":["post-3410","panel","type-panel","status-publish","hentry","congreso-ciea12-pt-pt"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/panel\/3410","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/panel"}],"about":[{"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/panel"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/589"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/panel\/3410\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5730,"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/panel\/3410\/revisions\/5730"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3410"}],"wp:term":[{"taxonomy":"congreso","embeddable":true,"href":"https:\/\/redestudiosafricanos.org\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/congreso?post=3410"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}